Só os funcionários da Caixa devem continuar parados
Os sindicatos de categoria fizeram assembleias nos 26 Estados e no Distrito Federal. Segundo sindicalistas, a tendência era de aprovação da proposta dos bancos, com a volta ao trabalho.
Os funcionários da Caixa Econômica Federal, no entanto, decidiram continuar em greve. A razão foi a falta de avanços nas reivindicações específicas.
As assembleias dos trabalhadores dos bancos privados e do Banco do Brasil seguiram a orientação do Comando Nacional, que defendeu a aprovação da proposta e o fim da greve.
"Pelo sexto ano consecutivo, os bancários conseguiram aumento real de salários, graças à forte greve da categoria", afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino.
Para o Comando Nacional dos Bancários, houve avanços na proposta dos banqueiros, aprovada ontem. Ela prevê reajuste salarial de 6%, o que representa aumento real de 1,5% em relação à inflação medida pelo variação do Índice de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até setembro, data-base da categoria, que foi de 4,44%.
Os bancários reivindicavam reajuste de 10% e a proposta inicial dos banqueiros era de 4,5%.

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